O rei Leão
Dia em que sua mini-irmã está doente, o que se faz? Assiste desenhos o dia todo mesmo! Mas, não tem problema... Eu gosto e muito de ficar vendo filminhos da disney. E esse em especial. Meus pais são provas vivas do tanto que eu assisti esse desenho. Pelo que me contam ( e eu me lembro) era tipo assim, o dia inteiro: acabava o desenho, eu voltava assistir de novo, acabava de novo, rebubina a fita e assiste de novo... E assim sucessivamente o dia todo, vários dias da semana... Tanto é que essa fita que tem aqui é a segunda que me compraram, por que a primeira que eu ganhei foi pro saco, de tanto eu assistir! hahaha
Mas, sempre é muito gostoso rever esse desenho, não apenas pelas lembranças da minha infância que ele traz, mas pelo desenho mesmo. Como eu disse já na dama e o vagabundo, gosto muito dos desenhos antigos, e esse é muito bem feito. Os animais são perfeitamente desenhados e a história é emocionante. Quando o Mufasa morre é muito triste. E pensar que Simba passa a vida toda se culpando pela morte do pai, sendo que ele foi uma vítima também. Pra mim, o Hafiki é uma personagem muito peculiar e especial. Traz grande ensinamentos, além de ser muito divertido!
Fora as músicas, que são todas muito bem feitas e os desenhos de paisagens são simplesmente lindos! O filme todo é muito bem feito e com uma história de encantar a qualquer um.
E só pra não esquecer: Hatuna Matata!
Sempre fui apaixonada por filmes. Assistindo um, me veio a ideia de fazer um desafio para mim mesma: assistir no mínimo 365 filmes no período de um ano. E escrever sobre eles. Mas, não apenas uma análise crítica, e sim - como uma boa estudante de psicologia - falar sobre os filmes, como me sinto em relação a eles, as influências que eles têm em minha vida, entre outros. Espero que gostem!
quarta-feira, 25 de julho de 2012
A dama e o vagabundo
E mais uma vez, vou ver minhas fitas antigas. A dama e o vagabundo. Acho que eu tinha uns três anos de idade quando eu assistia esse filme. E não é que a fita ainda pega? Esse desenho muito fofo! É a velha história da dama de alta sociedade que conhece um pobretão e se apaixona. Nada de muito diferente... Mas, o fato de ser um desenho e dois cachorros, torna tudo tão encantador! Muito bonitinho. Essa cena da macarronada é um clássico da Disney. Desenhos assim, acho que nunca estou velha o suficiente pra ver e não canso de assistir quantas vezes for. Mesmo por que tem algumas coisas que eu percebo que assistia e nem entendia direito... hahaha
Enquanto eu assistia, comecei a pensar que os desenhos de antigamente eram realmente muito melhor que os de hoje. Principalmente esses que foram feitos pessoalmente pelo Walt Disney. Além de melhor desenhados (e eu sou uma pessoa que prefere as coisas antigas, acho muito melhor quando eram desenhados e não feitos por computador...), eu acho que as histórias eram muito mais interessantes.
Hoje em dia tentam proteger as crianças de uma maneira que acabo considerando obsessiva. Não sou uma pessoa complexada simplesmente por ter crescido assistindo a dama e o vagabundo se beijando antes do "e foram felizes para sempre" ou por ela ter passado a noite fora de casa com ele ou "pelo único ponto fraco do vagabundo serem as mulheres" ou por mostrar uma de suas namoradas ex-cantora de cabaret (Rs.) cantando sobre ele, ou pelo fato de a dama ter sido presa, ou se sentir infeliz em certos momentos, apesar de ter uma família que cuida dela muito bem... Acho que atualmente isso não seria feito. Ou se fosse, seria mal-julgado!Hoje em dia os desenhos mostram uma realidade que não existe. Um mundo perfeito em que tudo se encaixa, todos são felizes o tempo todo, independente da situação. Os filmes de antigamente eram muito mais realistas e, por isso, bem feitos...
Na minha opinião, as crianças precisam ver que as princesas também passam por situações difíceis, pois as próprias crianças passam, e dessa forma conseguem se identificar com elas e ver que é possível superar as dificuldades... Mas, acho que já to psicologizando demais... hahaha E não é o intuito aqui!!
Mas, é um desenho muuuito fofo e legal! Pra quem gosta de assistir desenho, não pode perder esse!
terça-feira, 24 de julho de 2012
A invenção de Hugo Cabret
Eu nunca gostei de filmes com crianças mega inteligentes, consertando e inventando coisas e salvando o dia. Mas, resolvi dar uma chance pra esse aqui. E não me arrependi. Aliás, achei esse filme indescritível! Mas, também... Um filme dirigido por Martin Scorsese e co-produzido por ele e pelo Johnny Depp. Acho que seria bem difícil de decepcionar... Não era nada parecido com o que eu tinha imaginado... O Martin Scorsese parece ter jeito para surpreender dessa maneira. Passa a história de forma tão delicada e sucinta, que não sei dizer o jeito que me senti ao longo do filme. Foram muitas sensações. Fiquei extremamente encantada com diversas partes, ao mesmo tempo que emocionada e tocada em alguns momentos.
O jeito que a história é trazida, tão doce e simples me deixaram perguntando como é possível fazer um filme desta forma. Passei por diversos pensamentos e sentimentos com todas as personagens... Cheguei a odiar, sentir dó, gostar, querer acolher... Tudo no mesmo filme. Cada personagem é muito caricata. Cada cena traz uma característica diferente de cada personagem. Cada um é muito humano, pois não são mostrados como seres perfeitos e sim com defeitos e qualidades. Suas durezas adquirida através de vivências não muito felizes, ao mesmo tempo que a possibilidade de existência de uma sensibilidade escondida em algum lugar dentro de si., que está apenas esperando uma chance para aparecer.
Gostei muito do modo que Scorsese trouxe o fato de que cada um pode ter um história por traz de si mesmo, que muitas vezes a gente nem imagina. Achei simplesmente lindo. Acho que estou com muito mel em relação a esse filme, e fiquei um tempo agora pensando no porquê... Acho que é o clima do próprio filme. Ele traz coisas boas. É emocionante. Fazia muito tempo que eu não chorava em um filme. E esse conseguiu me arrancar lágrimas, em diversas situações.
Outra coisa muito interessante é o modo que traz [parte da] história do cinema. Repito que apenas Scorsese conseguiria trazer de forma tão sutil e ao mesmo tempo mágica. Fiz diversas descobertas que eu, como alguém que gosta muito de filmes, fiquei extremamente encantada. Achei muito fofo, a primeira vez que um filme foi mostrado ao público, pelos irmãos Lumière, teve duração de apenas alguns minutos e era um trem entrando em uma estação... E as pessoas começaram a gritar e se assustaram muito por pensar que o trem as atropelaria. Achei incrível. Nunca tinha parado pra pensar como as pessoas se sentiram quando uma coisa desconhecida e nova surgiu na vida deles, de repente. São coisas pequenas assim, mas, na verdade grandes descobertas, que tornam esse filme tão especial.
Gostei muito da fotografia do filme... A Torre Eifel mostrada a noite no céu escuro de Paris estava simplesmente maravilhosa. Os efeitos especiais também achei muito bem feitos... E o roteiro. Achei que tem umas conversas muito interessantes e inteligentes.
Uma coisa muito importante de falar, é que como, o filme tratou muito da história do cinema e um dos protagonistas foi dito como um antigo diretor de cinema, eu fui pesquisar pra ver se ele realmente existiu. George Meliés, e sim, ele foi real. Vários aspectos relacionados a ele no filme foram reais. O que torna tudo muito mais mágico. O cara fez nada menos que 500 filmes durante parte de sua vida. E via o cinema como parte de um sonho, durante o dia. Acho que o Martin Scorsese é um pouco parecido com ele, por isso talvez, tenha captado a essência do que o cinema era para esta pessoa. e trazido essa história de modo tão bonito. É um filme longo, mas vale cada minuto!
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Paris, te amo
A cidade da Luz e do amor. Como eu tinha assistido um filme tão ruim antes, tive que ver um que fosse bom, né?! Esse tava marcando aqui em casa... Mesmo que eu já tinha assistido, não tem problema... Esse filme é simplesmente demais! E eu coloquei a foto dos mímicos por que pra mim, eles são a história mais graciosa do filme.O modo que eles tentam fazer a vida das outras pessoas mais felizes, e acabam sendo presos por isso... E se conhecem na prisão... Muito fofo!
Apesar de que é difícil escolher qual é a melhor, por que todas são muito bonitas. Mas, nem sei muito o que falar... Todos os diretores foram muito felizes na escolha das histórias. Passam com uma leveza e sensação boa. Tem histórias muito gracinhas e felizes, mas tem umas que me deixaram bem tristes também... Mas, ainda assim... Os diretores conseguiram transmitir amor em Paris até em um cemitério! Acho esse filme genial. Cada história surpreende de alguma forma... Vale muito a pena assistir!
Os Três Mosqueteiros
Pai eterno! Fazia um tempão que eu não assistia um filme tão ruim! Não sei se tava esperando demais dele, porque sempre quis conhecer a lenda dos tão falados três mosqueteiros... Mas, nossa, achei ruim demais! Primeiro que o D'artagnan é extremamente petulante, convencido e arrogante. Não sei se no livro ele é assim, mas não gostei desse aqui não. Me fez ficar com raiva dele desde o primeiro momento que ele chega em Paris. E os outros mosqueteiros me pareceram todos meio bobões... Me deixou muito a desejar. Me peguei torcendo pelos inimigos, que um deles é o Orlando Bloom e o outro é o Christoph Waltz, que foram os que melhor atuaram e pelo menos pareceram um pouco realistas. De resto, tudo muito ruim... O roteiro, as atuações... Nossa... E olha que eu tenho dificuldade de achar algum filme ruim... A personagem da Mila Jovovich também reuniu tudo que eu menos gosto: faz coisas impossíveis, possui uma arte marcial que sabe Deus de onde veio, e era extremamente apelativa...
Uma das poucas coisas legais foram algumas imagens que tinha lá e algumas jogadas de imagem... Mas, de resto... Não percam tempo assistindo...
Fantasia
O segundo autor é o Stravinski, a sagração da primavera, que demonstra da vida primitiva. Na versão de Walt Disney, ele traz o espetáculo da criação da vida na Terra, tal qual a ciência demonstra, desde o início do universo, me lembrou um pouco a Arvore da Vida. E u como criança não gostava dessa parte também, achava muito chata, mas agora consegui ver o a maestria com que ele demonstra a formação da Terra, esta sendo inicialmente quente e vermelha, com muitos vulcões. Demonstra a cadeia alimentar, os dinossauros, fiquei impressionada como ele conseguiu fazer um desenho exatamente no ritmo da musica, até os passos dos dinossauros acompanhavam os sons, a musica fica pesada, com a chegada do tiranossauro rex. Fiquei um pouco assustada como o T. Rex mata um dinossauro para comê-lo de modo agressivo, em que o outo sofre e tenta lutar pela própria vida.
Trazem a trilha do som como a personagem principla do filme, demonstrando a sonoridade e seus diferentes desenhos, com uma representação visual do som. Essa é outra parte que eu não gostava quando criança, mas que hoje me encantou.
Beethoven foi o próximo, demonstrando a vida no campo, Walt Disney transformou para a uma cena mitológica, como unicórnios, sátiros, cavalos alados, cupidos, centauros, Baco beberrão, gordo, sempre alegre, cai da escada, continua rindo e muito engrçadinho e Zeus, o deus dos deuses, trazendo a tempestade, um pouco sádico, fazendo com que os raios acertem alguém.
E tudo seguindo perfeitamente o ritmo da música, fazendo tudo de uma forma muito mágica.
Depois traz a música de Potticelli, La Gioconda, com emas, elefantes, hipopótamos e jacarés dançando ballet. De uma forma belíssima. Ele teve a capacidade de transformar hipopótamos em delicados, o que ficou uma graça.
A última cena, era a que eu mais tinha medo. Ao som de Musoski e Schuber, traz um Diabo mau. No sentido teórico da palavra, fica brincando com as almas e tacando-as ao fogo. Quando eu era pequena morria de medo dele, mas hoje essa cena ainda me causou uma angústia...
Oo nome do filme faz jus ao todo: fantasia, apesar de genial, o walt disney devia ter feito uso de substancias alucinogenas pra fazer esse desenho...
Escrevi com a ajuda da minha irmazinha, Juju e ela pediu pra eupor essa foto:
Ah, a infancia! Peguei uma fita... Isso mesmo, aqui em casa ainda temos vídeo e fitas da disney, que eu tenho desde criancinha! Então, quis ver Fantasia novamente!! Depois de uns bons 10 anos no mínimo. E já no início, foi uma nostalgia e deu uma saudades da minha infância!! "Acerte as cores de seu vídeo!" "Exija fita selada!" "... com o holograma do Mickey Feiticeiro"... Acho que eu ouvia esses dizeres todos os dias quando era criança...
Mas, vendo hoje, acho que Fantasia não é um filme pra crianças... Já de começo com a sinfonia tocando Bach, acho que foi a primeira vez que eu apreciei. Minha irmãzinha que estava assistindo comigo, por outro lado falou: "Mas, que coisa... Num começa logo o desenho, né?!" E eu lembro de criança não gostando dessas partes em que mostrava os músicos e apenas umas cores na tela, acompanhando os sons. Não só essas partes, tinham diversas partes que eu não gostava por não ser desenho ou por mesmo que fosse desenho, não conseguir entender o significado, que hoje eu entendi. É que é lindo e genial. Mas, as crianças não apreciam... Obviamente.
A sensação que fica do filme desde o início foi de dicotomia entre bem e mal e durante o filme isso foi ficando claro, tanto com o ritmo da musica clássica tocando, que ia se alternando conforme as situações, quanto com o jogo de cores entre claro e escuro.
O filme traz um nícel cultural muito alto, falando de diversos músicos poderosos da música clássica, e como no desenho é dividido pelos músicos, vou falar dividindo por casa um deles. No início é Bach.
A seguir, é Tchaikovsky, e o maestro explica que a obra que ele menos gostava dentre as que haviam feito era o "Quebra Nozes", que por fim se tornou a mais famosa e o Walt Disney traz uma maneira completamente nova desta música, iniciando-se com fadas e a natureza se entrelaçando e dançando juntas lindamente. Depois, são os cogumelinhos. Quando eu era criança, eles eram minha parte preferida do meu desenho (e devo fazer uma pontuação: acho que ele realmente quis fazer uma homenagem aos cogumelos, que ele deve ter usado pra ter a ideia desse filme... Rs.). Gostei muito das flores como bailarinas na água... E uma coisa que me impressionou muito foi a maneira que ele conseguiu juntar as músicas com os desenhos, fica com a sincronia perfeita, o que deve ter sido muito difícil de ser feito. E a dualidade sempre presente, não se sabe se o que está sendo mostrado é no céu ou no mar... São ideias muito loucas, além de ter transformado flores em bailarinas, ele também transformou tulipas em dançarinos russos, o que ficou muito divertido! As quatro estações ao som ainda de Tchaicovski trazem as sensações certas nas estações certas... Muito bom! Depois, vem o Mickey Feiticeiro. Entre os mickeys, esse sempre foi o que eu mais gostei. Eu tinha muito dó das vassouras, e depois um medo muito grande a hora que elas começam a se multiplicar. Hoje eu vi o quanto foi genial! Hoje me deu uma aflição muito grande de ver o Mickey se dando mal, e as sombras daquelas vassouras ressurgindo... O Mickey dormindo e sonhando que está controlando os ceús, universo, mar, nuvens chuvas, mas isso sendo mostrado como sua alma saiu do corpo e foi realmente fazer tudo... Outro ponto que me deixou claro que não é feito para crianças, é o Mickey, o maior heroi da disney, matando a vassoura a machadadas, sendo mostrado apenas pelas sombras, o que pode significar que é uma parte do Mickey que não conhecemos que se mostrou ali, naquele momento.O segundo autor é o Stravinski, a sagração da primavera, que demonstra da vida primitiva. Na versão de Walt Disney, ele traz o espetáculo da criação da vida na Terra, tal qual a ciência demonstra, desde o início do universo, me lembrou um pouco a Arvore da Vida. E u como criança não gostava dessa parte também, achava muito chata, mas agora consegui ver o a maestria com que ele demonstra a formação da Terra, esta sendo inicialmente quente e vermelha, com muitos vulcões. Demonstra a cadeia alimentar, os dinossauros, fiquei impressionada como ele conseguiu fazer um desenho exatamente no ritmo da musica, até os passos dos dinossauros acompanhavam os sons, a musica fica pesada, com a chegada do tiranossauro rex. Fiquei um pouco assustada como o T. Rex mata um dinossauro para comê-lo de modo agressivo, em que o outo sofre e tenta lutar pela própria vida.
Trazem a trilha do som como a personagem principla do filme, demonstrando a sonoridade e seus diferentes desenhos, com uma representação visual do som. Essa é outra parte que eu não gostava quando criança, mas que hoje me encantou.
Beethoven foi o próximo, demonstrando a vida no campo, Walt Disney transformou para a uma cena mitológica, como unicórnios, sátiros, cavalos alados, cupidos, centauros, Baco beberrão, gordo, sempre alegre, cai da escada, continua rindo e muito engrçadinho e Zeus, o deus dos deuses, trazendo a tempestade, um pouco sádico, fazendo com que os raios acertem alguém.
E tudo seguindo perfeitamente o ritmo da música, fazendo tudo de uma forma muito mágica.
Depois traz a música de Potticelli, La Gioconda, com emas, elefantes, hipopótamos e jacarés dançando ballet. De uma forma belíssima. Ele teve a capacidade de transformar hipopótamos em delicados, o que ficou uma graça.
A última cena, era a que eu mais tinha medo. Ao som de Musoski e Schuber, traz um Diabo mau. No sentido teórico da palavra, fica brincando com as almas e tacando-as ao fogo. Quando eu era pequena morria de medo dele, mas hoje essa cena ainda me causou uma angústia...
Oo nome do filme faz jus ao todo: fantasia, apesar de genial, o walt disney devia ter feito uso de substancias alucinogenas pra fazer esse desenho...
Escrevi com a ajuda da minha irmazinha, Juju e ela pediu pra eupor essa foto:
A mulher de preto
Sempre gostei muito de filmes de suspense. Mas, acho que atualmente não tem sido feito nenhum muito bom. Aqueles que te dão arrepio e têm um final surpreendente! Só que eu sou uma medrosa e sempre que vou ver um filme que eu sei que assusta, já fico com medo antes. Foi o que aconteceu com esse. Eu sabia que ia me assustar e já fiquei com medo antes. Talvez o fato de assistir sozinha tenha ajudado.
Mas, de um modo geral, não gostei muito desse filme não. A história é boa, mas achei muito exagerado em diversos momentos e que poderia ter sido mais explorada em outros aspectos, o que não senti que aconteceu . Então me pareceu um filme só pra assustar, que não explorou a história profundamente. O que poderia render muito mais.
E só de olhar pro Daniel Radcliffe eu pensava em Harry Potter, não tem jeito...
Bom, a história é que Arthur, a personagem do Harry, foi mandado pra uma mansão abandonada para organizar alguns documentos, perto de um vilarejo que as crianças morrem de tempos em tempos. Enquanto está na casa regularizando os documentos começa a ter diversas visões, inclusive a de uma mulher vestida de preto e começa a investigar, descobrindo muitas coisas a respeito disso.
Essa parte das visões realmente assustam, e deixam ansiosa e na expectativa do que vai acontecer, o que cria mesmo um suspense. A atuação dele é boa e o filhinho loirinho que ele tem é uma graça. Mas, apesar de a história ser boa, não gostei mesmo. Falta alguma coisa que não sei dizer muito bem o que é. Acho que o roteiro não é muito bom. Mas, o fim eu gostei. Foi um pouco surpreendente, assim. Eu até imaginei que poderia acontecer, a partir de um certo momento, mas achei que não ia. E quando aconteceu fiquei triste.
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